A escolha entre unificado e híbrido depende, antes de tudo, de quem é o cliente da empresa.
B2C — vende ao consumidor final (varejo, salões, restaurantes): o cliente não aproveita crédito. Tendência: manter tudo no DAS (unificado).
B2B — vende a empresas no Lucro Real/Presumido: o cliente prefere fornecedor que gera crédito de IBS/CBS. Tendência: avaliar o híbrido.
A conta final depende dos números: margem, mix de compras (quanto de crédito a empresa tomaria) e o preço líquido percebido pelo comprador.
É aí que a ferramenta de simulação entra: ela roda os três cenários com os dados reais do cliente, transformando essa decisão em número.
Consultoria RR, Acies Contabilidade, Abrasel.
Navegação · parte 3 de 3 do contexto da Reforma
Próximo passo: Telas do sistema — rode os três cenários com os números reais do cliente